jump to navigation

Miomectomia adbominal – o desafio do desconhecido junho 21, 2008

Posted by katia in Saude, Sua Saúde, Uncategorized.
Tags: , , , , ,
trackback

Os miomas são formações nodulares que se desenvolvem na parede muscular do útero e comumente são chamados de tumores benignos. Mioma NÃO É CÂNCER e não é perigoso! Todavia, dependendo da sua localização, tamanho e quantidade podem ocasionar problemas, incluindo dor e sangramentos intensos.
O tamanho dos miomas pode variar desde muito pequenos a grandes formações que simulam uma gravidez de 5 ou 6 meses. Dependendo da sua localização na parede do útero, os miomas agrupam-se em três tipos: 1- os “subserosos” localizam-se na porção mais externa do útero e geralmente crescem para fora. Este tipo de mioma geralmente não afeta o fluxo menstrual, porém, pode tornar-se desconfortável pelo seu tamanho e pressão sobre outros órgãos da pelve. 2- os “intramurais” crescem no interior da parede uterina e se expandem fazendo com que o útero aumente seu tamanho acima do normal. São os miomas mais comuns e geralmente provocam um intenso fluxo menstrual, dor pélvica ou sensação de peso. 3- os “submucosos” localizam-se mais profundamente, bem por abaixo da capa que reveste a cavidade uterina. São os miomas menos comuns, mas provocam intensos e prolongados períodos menstruais.

Em geral, os sintomas provocados pelos miomas podem ser resumidos a:
Períodos menstruais intensos e prolongados, além de sangramentos mensais atípicos, às vezes com coágulos, e que com alguma freqüência podem levar à anemia.

Estima-se que a mulher perde, normalmente, ao redor de 40ml de sangue a cada menstruação, que geralmente dura entre 3 a 5 dias. Como isso varia muito de mulher para mulher, considera-se que um período menstrual intenso ou prolongado é aquele que provoca uma perda maior do que 100ml ou tem uma duração maior que 7 dias. Todavia, resulta impraticável quantificar a perda sangüínea a cada menstruação. Em outras palavras, não dá para medir a quantidade de sangue que uma mulher perde na sua menstruação e assim saber se tem fluxo normal ou intenso. Geralmente as mulheres se queixam da progressão da intensidade. Isto é, a cada menstruação o fluxo vai se tornando mais intenso, obrigando a trocar absorventes com mais freqüência ou até usar fraldas durante os dias de maior intensidade. É geralmente nestes dias que a mulher não quer sair de casa, marcar atividades profissionais ou sociais, devido ao desconforto provocado pela sua menstruação, ou até para evitar situações embaraçosas ou constrangedoras.
Como se diagnosticam os miomas.
Os miomas são inicialmente diagnosticados durante um exame ginecológico. O médico ginecologista realiza um exame pélvico para sentir se o útero está com tamanho aumentado e de forma irregular. Embora muitos médicos tenham experiência suficiente para perceberem as alterações do útero miomatoso através do exame físico inicial, deve-se ter cautela ao afirmar um diagnóstico baseado simplesmente no exame físico. Existem muitas outras situações que podem levar ao aumento do tamanho uterino ou das outras estruturas da pelve que podem simular uma miomatose.
Por isso, o diagnóstico de mioma deve, necessariamente, ser confirmado com exames complementares.
A presença do mioma é facilmente confirmada com um exame de ultra-som de abdome e pelve. O ultra-som é um exame de diagnóstico por imagem que utiliza como princípio as ondas de ultra-sonido. Esta tecnologia é similar à utilizada pelos barcos e submarinos para localizarem estruturas abaixo da água. As ondas de sonido são convertidas em imagem e documentadas em um filme radiográfico ou impressas em papel fotográfico. O exame de ultra-som é realizado com um transdutor que é posicionado sobre a barriga (ultra-som abdominal) ou mais comumente dentro da vagina (ultra-som trans vaginal). O ultra-som permite verificar a posição do útero, quantificar o seu tamanho e verificar com facilidade a localização, distribuição e tamanho de nódulos de mioma. (webmioma@webmioma.com.br)

E comigo… não foi diferente… após um exame de rotina fiquei sob suspeita de uma gravidez de quatro meses… (rs) ou um grande mioma…. Após o ultra-som…surpresa! Um grande mioma subseroso se encontrava em mim… e por diversas recomendações resolvi retira-lo o quanto antes!

Mas, antes disso, vieram as perguntas… como, quando, porquê… é benigno… um cancêr… poderei engravidar um dia após a cirurgia… tem que tirar o útero… Dúvidas, medos, receios e claro… trabalhamos né! Quanto tempo de cirurgia… e o pós-operatório… é complicado…quanto tempo terei que me ausentar… Enfim… 

E graças a Deus, não só pela excelente médica ginecologista, que muito me esclareceu… diversas outras médicas (os), clínicas e desculpe a medicina… pacientes… sim… mulheres como eu resolveram descrever em seus blogs como foi, as angústias que passaram, o que sentiram e o day after para nos tranquilizarmos… Falo nos tranquilizarmos pois após a diversas leituras, tomei a decisão de realizar a cirurgia imediatamente com muito tranquilidade…

Citarei ao final deste post os principais blogs encontrados…

Voltando a questão dos miomas afinal, quais são os tratamentos utilizados, porque e quais as consequências após a cirurgia…

Os miomas devem ser sempre tratados?
NÃO!!!
É importante lembrar que mioma é uma lesão BENIGNA do útero e NINGUÉM MORRE POR CAUSA DE MIOMA.
O conceito universal é que o mioma deve ser tratado somente quando causa problemas, isto é, quando provoca sintomas.
Acontece que os sintomas provocados pelos miomas são muitas vezes bastante subjetivos e a sua percepção depende de conceitos sociais e culturais que cada mulher carrega consigo e a faz perceber, ou não, uma situação desconfortável.
Por exemplo, algumas mulheres que sangram seguramente mais de 100ml a cada ciclo menstrual e inclusive algumas que usam fraldas acham que têm uma menstruação normal porque “sempre foi assim”. Diferentemente, outras mulheres que somente usam um único absorvente ao dia queixam-se de uma menstruação muito intensa. Mulheres com úteros discretamente aumentados queixam-se de uma desagradável distensão abdominal e outras com útero muito além do tamanho normal não expressam queixa alguma. Da mesma forma, a limiar para a dor varia muito de um indivíduo para outro. Mulheres acostumadas com cólicas menstruais ou que passaram por vários partos acabam lidando melhor com este sintoma.
Por tudo isso, costuma-se dizer que quem indica a necessidade de tratamento do mioma não são os médicos e sim as próprias mulheres que percebem uma situação desconfortável e desejam muda-la.
Assim, quando a mulher que tem mioma no útero conclui que está levando uma vida desconfortável por causa dele, passa então a avaliar as várias opções de tratamento que existem para mudar esta situação.
Todavia, é importante que nesta circunstancia as mulheres façam algumas considerações importantes. Mulheres com mioma que procuram por tratamento devem se perguntar: “Por que eu quero ou preciso de tratamento?” “Qual a minha expectativa em relação ao tratamento?” “Com qual tratamento irei me sair melhor?”
Isto pode parecer bastante simples, mas muitos ficariam surpresos com a quantidade de mulheres que procuram tratamento sem conseguir responder adequadamente a estas perguntas; muitas mulheres, mesmo sem nunca terem manifestado qualquer sintoma ou queixa, passam a considerar a opção de tratamento simplesmente porque este foi recomendado a elas; mas elas não têm uma visão clara de como o tratamento mudará as suas vidas. Isto é particularmente sério quando a opção de tratamento pode ser tão agressiva quanto uma cirurgia que as leve a perderem o seu útero.

Opções terapêuticas para os miomas.
Existem basicamente três tipos de tratamento para os miomas de útero: tratamento medicamentoso, tratamento cirúrgico ou tratamento por embolização uterina.

Tratamento medicamentoso
A terapia medicamentosa é geralmente o primeiro passo no tratamento dos miomas. Há uma variada gama de medicamentos que podem ser utilizados para o tratamento dos miomas. Eles podem ser usados para controlar o sangramento ou inibir o crescimento dos miomas ou até para tentar reduzir o seu tamanho. Medicamentos que auxiliam a coagulação, antiinflamatórios não hormonais ou compostos hormonais podem ser usados nesta fase e, na maioria das vezes, são suficientes para controlar os sintomas sem precisar de uma terapia adicional. Alguns compostos hormonais apresentam certos efeitos colaterais e outros riscos quando utilizados cronicamente e, por isto, geralmente, são indicados de forma temporária. É importante mencionar que os miomas normalmente voltam a crescer quando a terapia medicamentosa é interrompida.
Um grupo bastante utilizado de medicamentos é os chamados “Análogos Gonadotróficos” (GnRH). Estes remédios provocam uma falsa menopausa bloqueando o estímulo cerebral para liberação de estrogênio pelo ovário. Desta forma, produzem uma diminuição do fluxo sangüíneo para o útero e os miomas, provocando a sua redução de tamanho. São especialmente úteis para tratar o sangramento provocado pelos miomas. O problema destes medicamentos é que o seu efeito é reversível. Isto é, quando a sua utilização é suspensa os miomas voltam a crescer e os sintomas voltam a incomodar. Outro problema é que, enquanto são utilizados, as pacientes podem experimentar sintomas típicos de menopausa como ondas de calor, insônia, secura vaginal, diminuição da libido, perda temporária de memória, além de sujeitá-las a um risco maior de desenvolver osteoporose e infarto de miocárdio.
Os compostos hormonais à base de progesterona, como são as modernas pílulas anticoncepcionais, vêm também conquistando certa preferência para o tratamento da miomatose sintomática. A sua utilização prolongada tem mostrado eficácia para controlar sangramentos e até para diminuir o tamanho dos miomas. Porém, os seus efeitos adversos como o aumento de peso, a depressão anímica ou a secura vaginal fazem com que o tratamento crônico com compostos de progesterona em geral não seja bem tolerado pelas mulheres que o utilizam.

Tratamento cirúrgico
Do ponto de vista genérico, pode-se dizer que existem dois tipos de tratamento cirúrgico: o tratamento radical (histerectomia), que consiste na extirpação cirúrgica de todo o útero, e o tratamento conservador (miomectomia), que consiste na extirpação cirúrgica somente dos miomas.
Como mencionado anteriormente, a histerectomia é a cirurgia universalmente mais difundida e aplicada no ambiente ginecológico. Provoca alívio definitivo dos sintomas e é razoavelmente segura.

Talvez seja por este motivo que continua nos surpreendendo a liberalidade com que se indica uma histerectomia, algumas vezes em pacientes absolutamente assintomáticas ou com sintomas discretos. Com certa freqüência, mulheres que já completaram os seus desejos gestacionais e que realizam um exame ginecológico ou uma ultra-sonografia de rotina e descobrem que são portadoras de mioma são histerectomizadas sem necessidade. Que dizer daquelas que apresentam sintomas evidentes e requerem formalmente de tratamento!
Argumentos do tipo “para que deixar o útero que pode desenvolver um câncer” ou “melhor tirar agora antes que cresça e torne o tratamento mais difícil” ou “a histerectomia melhora a satisfação sexual” têm fundamentado a indicação desta cirurgia mutiladora.
Desconsideram-se assim os aspectos desconfortáveis relacionados a uma cirurgia formal, como a prolongação da estadia hospitalar e da retomada das atividades normais. Além disto, não se enfoca com seriedade a existência de numerosos problemas emocionais relacionados com a perda do útero, pela sua identidade de gênero, como preconizam os defensores dos direitos reprodutivos e da sexualidade, e que merecem toda a nossa atenção.
Ao longo dos últimos dois anos, temos recebido no consultório dezenas de mulheres que vieram procurar informações sobre o tratamento de mioma pela técnica de embolização e que invariavelmente tinham consultado previamente um ou vários ginecologistas havendo sido indicada a histerectomia como forma de tratamento. O surpreendente é que a metade destas, não manifestava qualquer sintoma ou queixa relacionada com a sua miomatose.
Quando necessária, a histerectomia pode ser realizada por via vaginal, laparoscópica ou abdominal, como é mais convencional. Este procedimento cirúrgico requer anestesia geral, demanda três ou quatro dias de hospitalização e quatro a seis semanas de recuperação.
Embora sendo realizada tecnicamente de forma perfeita, a histerectomia pode provocar algumas complicações a médio e longo prazo. Algumas mulheres experimentam alteração na sua sensação sexual e principalmente na qualidade do orgasmo após a cirurgia. Tem sido aventado que durante o orgasmo há contrações dos músculos da parede uterina, o que não mais acontece após a remoção cirúrgica do útero. Tem sido também mencionado que algumas mulheres submetidas a histerectomia apresentam um encurtamento da vagina e diminuição da libido. Estes tipos de complicações que estão associadas às cirurgias pélvicas têm sido responsáveis pela procura de procedimentos menos radicais por parte das mulheres que requerem tratamento para os miomas.
Por estas razões, acreditamos que a cirurgia de histerectomia, em qualquer circunstância, é a última opção para o tratamento dos miomas sintomáticos.

A miomectomia é um procedimento cirúrgico que remove somente o mioma, não todo o útero, preservando assim a capacidade da mulher para engravidar.
Há várias técnicas para realizar a miomectomia, que incluem: a via histeroscópica, a via laparoscópica ou a via abdominal.
A miomectomia por via histeroscópica é utilizada somente para extrair os miomas que se encontram por debaixo da camada interna do útero e se exteriorizam para a cavidade uterina. Não se requer qualquer incisão cirúrgica. O médico introduz um tubo flexível, chamado histeroscópio, através da vagina e colo uterino e, com instrumentos, apropriados extrai o mioma. Este procedimento é realizado geralmente de forma ambulatorial e com anestesia.
A miomectomia laparoscópica é utilizada para extrair miomas que se encontram na porção externa do útero. Pequenas incisões são realizadas na parede abdominal, por onde são introduzidos uma microcâmera de vídeo e instrumentos apropriados para realizar a extração do mioma. Este procedimento é realizado com anestesia geral.
A miomectomia abdominal é um procedimento cirúrgico formal que consiste na realização de uma incisão na parede abdominal para aceder ao útero e uma outra incisão no útero para extrair o mioma. Esta cirurgia requer anestesia geral e demanda três ou quatro dias de hospitalização e quatro a seis semanas de recuperação. Após a extração do mioma, o útero é suturado.
Por ser o útero um órgão muito bem irrigado, a miomectomia pode ocasionar sangramentos intensos que podem carecer de transfusões sangüíneas intra-operatórias. Com alguma freqüência, cirurgias programadas para serem uma miomectomia acabam convertendo-se em histerectomia devido aos problemas técnicos durante o ato cirúrgico.
A miomectomia acompanha-se freqüentemente de bons índices de sucesso para controlar os sintomas, porém, quanto maior número de miomas tiver o útero, menor sucesso terá a cirurgia. Adicionalmente, os miomas podem voltar a crescer alguns meses ou anos após a miomectomia.
Embora a miomectomia tenha sido idealizada para ser aplicada em pacientes que desejam preservar a fertilidade, isto não ocorre em grande parte das pacientes. Aliás, somente uma de cada três pacientes submetidas à miomectomia consegue engravidar após a cirurgia. Na tentativa de preservar a fertilidade, a miomectomia pode provocar bridas e aderências entre os órgãos do abdome inferior e a pelve que ocasionam infertilidade. »

Os efeitos bom…. Inicialmente a licença médica seria de 15 dias mas após este período é impossível ficar sentada mais de uma hora… Doi mesmo…. Assim vou para um período de + 30 dias… a coceira da cicatrização é natural… existem algumas dores abdominais… mais como dizem… é uma cesária sem bêbê!!!!!

Até a proxima…. seguem abaixo os blogs consultados…

 

http://especularodela.blogspot.com/2008/04/menstruao-d-sinal.html

http://www.portaldomioma.com/ 2008/ 02/ miomectomia.html

http://www.portaldomioma.com/ 2008/ 02/ embolizao-de-miomas-uterinos.html

http://www.minhavida.com.br/MostraMateria20.vxlpub?codMateria=2033

http://www.webmioma.com.br/pg/miomas.html

http://claudiagiane.zip.net/arch2008-03-01_2008-03-31.html#2008_03-21_21_21_22-4076213-0EE alguns depoimentos…

Suzanne Jacob Serruya * – Brasilia – DF
Ter acesso a uma tecnologia de última geração, segura e eficaz, permitiu recuperar minha vida saudável com um mínimo de incômodo. Por dois anos realmente “sofri” com hemorragias por causa de miomas. Junto com este quadro a anemia permanente, o desânimo de enfrentar uma cirurgia, e como ginecologista sabia das desvantagens. Após a embolização, em uma semana estava em minha rotina e o melhor de tudo, na primeira menstruação tudo estava normal: o fluxo, sem cólicas e sem anemia. Embora não pretenda mais ter filhos, sou jovem e permanecer com meu útero e menstruando normalmente foi muito importante. A ciência médica evolui para ser cada vez menos invasiva e mais segura e esta cirurgia é um exemplo do futuro.

* Suzanne Jacob Serruya é médica ginecologista e trabalha no Ministério da Saúde em Brasília.


Vera Lucia A. M. Lacerda –
Descobri que tinha mioma em junho de 2000, quando engravidei. Por causa do mioma a gestação não teve sucesso.
Depois de fazer ultrason, a médica que faria o meu pré-natal decidiu retirar o útero, pois segundo ela, não tinha mais o que fazer.
Saí do consultório meio atordoada e resolvida a procurar outro médico, quando me falaram da Dra. Wanda P. de Morais, que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema. Foi feita a curetagem e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Dias depois comecei um tratamento com LUPRON DEPOT, durante seis meses. Este diminuiu um pouco, mas logo os miomas voltaram a crescer. Em maio de 2001, foi marcada uma cirurgia para retirada dos miomas ou parte deles, porém antes fui submetida a uma laparoscopia para ver se realmente havia possibilidade de retirar os miomas sem danificar o útero. Infelizmente não foi possível, pois os miomas eram muito grandes e se fosse realizada não daria para reconstituí-lo e certamente eu iria perde-lo. Como não tenho filhos ainda, minha médica achou melhor esperar.
A essa altura eu sentia muitas dores na região pélvica e um desconforto muito grande no período pré-menstrual. Meses depois voltei ao consultório da Dra. Wanda, para exames de rotina, quando a encontrei entusiasmadíssima e me disse que acabara de participar de um Congresso sobre “EMBOLIZAÇÃO DE MIOMA”.
Fui encaminhada imediatamente para o Dr. Néstor H.Kisilevzky ( o médico do congresso), que me recebeu muito bem e me explicou o que seria ” Embolização de Miomas”.
Fiz então os exames e foi marcada a cirurgia para o dia 12/07/2002.
Fui internada de manhã e à tarde foi feita e Embolização. No dia seguinte recebi alta e dois dias depois voltei a vida normal. Menos de um mês já não sentia mais dores e nem desconforto. Antes de fazer a Embolização meu útero media 1001,3cm3(cc). Depois de fazer um novo ultrason em 10/12/2002 esse volume reduziu para 612,8cm3(cc). Estou me sentindo bem e logo pretendo engravidar.

Heloísa Martins – São Paulo
Tenho 42 anos e passei pelo procedimento de embolização das artérias uterinas em 2002, em janeiro de 1999 já havia passado por uma miomectomia sem resultados satisfatórios.
O meu maior problema foram as hemorragias que começaram no inicio de 2002, já estava com cirurgia marcada para a histerectomia quando tomei conhecimento do procedimento via internet, achei interessante e resolvi tentar.
Passei em consulta com o Dr. Néstor Hugo relatei que o meu maior problema sempre foram as hemorragias, passei pelo procedimento em 04.07.02 com uma recuperação ótima, em 3 dias já havia retornado a minha rotina normal.
Hoje faço acompanhamento através de ultrassonografia o tamanho dos miomas e do meu útero estão regredindo lentamente, mas felizmente o meu ciclo retornou ao normal e não sofro mais com hemorragia.

Suzana Souza – São Paulo
Espero que o meu depoimento seja útil. Pois o resultado pra mim, foi o que aconteceu de melhor na minha saúde.

Elaine C. Garbato – São Paulo
Após vários anos controlando 03 miomas em proporções razoáveis localizados em várias partes do meu útero e sofrendo com dores durante o ato sexual e com dores abdominais resolvi recorrer a uma nova prática cirúrgica menos agressiva chamada ” embolização de miomas “. Recorri a nova técnica após várias pesquisas e consultas e o resultado foi em virtude de tempo de recuperação ser somente 1 dia de hospitalização e também não seria necessário abrir a barriga, sofrer pequenos cortes no útero e depois de tudo isso ficar com a cicatriz da cirurgia e a margem de possíveis problemas eram menores de 3%.
Na minha idade de 38 anos que ainda não tive filhos não quis correr o risco de ficar com meu útero todo sensível devido aos cortes e sofrer uma ruptura do mesmo no caso de uma gravidez futura.
A cirurgia foi ótima, com os cateteres introduzidos pôr uma pequena incisão na minha perna que não foi necessário nem pontos. Nos exames feitos de 3 em 3 meses após a embolização dos miomas foi constatado que começaram a regredir. É claro que não se trata de uma regressão rápida do tamanho dos miomas, mas já pude constatar a diferença pouco tempo depois com bem menos dores que sentia com relação a antes e também bem menos cólicas.
No dia seguinte a cirurgia já saí andando normalmente sem nenhuma dor, a anestesia foi geral sem grandes traumas e hoje não me arrependo do método escolhido e já até indiquei para parentes e amigas.

Mônica Kfouri – São Paulo
Prezado Doutor,
Quero deixar registrado meu depoimento a respeito da embolização pela qual passei e do resultado obtido após esta intervenção.
Em 2001 comecei a apresentar muita hemorragia durante o período menstrual, a ponto de estar em algum local e de repente vir uma cólica e sentir jorrar pelas pernas. Depois de alguns meses, comecei também a ter fortes dores nas pernas, um peso muito grande e não conseguia mais andar como estava acostumada. Depois começou a aumentar minha barriga e as pessoas começaram a achar que eu estava grávida. Meu estômago aumentou e eu me sentia diariamente “inchada”, como se tivesse comido uma feijoada! Sensação extremamente desconfortável!
Consultei um ginecologista e este me encaminhou para exames e foi detectado três miomas do lado esquerdo de meu útero. Imediatamente ele quis marcar cirurgia para retirada do útero, dizendo que eu poderia vir a ter um câncer.
Eu fui para casa inconformada em sofrer uma “mutilação”. E eu uso este termo, porque foi assim que eu me senti: alguém queria mutilar meu útero por causa de mioma.
Como não sabia nada sobre Mioma, consultei a Internet e foi então que descobri o método que o Dr. Néstor utilizava e que não haveria corte algum, nem perda de meu útero. Fiz a consulta, os exames e em 2002 me submeti a esta intervenção.
Além de não ter sentido dor alguma, de não ter sido cortada e nem ter perdido meu útero, após esta intervenção não tive mais problema algum. Me corpo foi voltando à forma anterior, minhas pernas não doeram mais, a hemorragia cessou e minha menstruação voltou ao normal.
Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que o Dr. Néstor me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta e conheçam este tratamento excepcional.

Florisbela Cordeiro – Salvador – BA
Ha vários anos vinha tendo períodos menstruais incômodos devido a quantidade de sangre que tornava meus dias impossíveis. Consultei meu ginecologista quem após ver os exames me disse que estava com mioma no útero é que a solução seria uma cirurgia para tirar fora o útero. Embora já tenha uma única filha de 12 anos, a idéia de perder o útero me deixou apavorada. Um dia li no jornal que estava acontecendo em Salvador um congresso onde foi mostrada uma nova cirurgia menos traumática para tratamento de mioma. Informei-me que o Dr. Nestor tinha vindo de São Paulo para fazer esta cirurgia no Hospital São Rafael e mostrado para os participantes do congresso de radiologia por teleconferência.
Consegui o endereço e mandei um e-mail para o Dr. Nestor que após analisar o caso, me disse que a embolização estaria indicada.
Assim, fui para São Paulo numa quarta feira, na quinta fiz uma consulta e alguns exames, internei e operei na sexta, no sábado tive alta, no domingo fui passear por São Paulo, na segunda retornei a consulta e na terça estava novamente em Salvador.
A cirurgia foi imperceptível, tive apenas uma cólica discreta no pós-operatório e saí do hospital do jeito que entrei, caminhando!
Fiquei na dúvida se realmente teriam feito mesmo a cirurgia até que tive a seguinte menstruação. A mudança foi surpreendente. E quando realizei ultra-som para controle me dei conta o porque, o meu útero tinha reduzido até quase o tamanho normal.
Hoje só uma mulher muito mais feliz que antes da embolização. O Dr. Nestor e toda a sua equipe estão de Parabéns!

Lúcia A. da Silva – São Paulo – SP
Meu nome é Lúcia Ap. da Silva, estou com 43 anos sou casada e tenho 3 filhos.
Eu fiz a embolização com 41 anos, apresentava mioma uterino, não era muito grande, mas tinha períodos menstruais muito dolorosos e com sangramento de proporções absurdas.
Após a embolização tudo ficou ótimo, pois não senti mais dores e a menstruação voltou ao normal. Agora sinto-me segura.
Antes, nos períodos menstruais eu ficava de repouso e praticamente não levantava da cama pois o sangramento era muito intendo.
A embolização é um procedimento rápido e seguro.
Fui muito bem tratada pelas equipes do hospital Santa Catarina e pela equipe do Dr. Néstor.
Hoje graças a embolização estou muito bem e me sinto outra mulher.

Ivani A Oliveira – São Paulo

A idéia de ter meu útero retirado foi um choque. Depois de consultar 5 ginecologistas
e fazer horas de buscas na internet veio a solução: embolização. Um dia de internação
e um pequeno curativo na virilha. Nada de cirurgia. Chorei de alegria depois da
primeira ressonância após embolização: todos os miomas estavam mortos e reduzindo de
tamanho. Nada mais de cólicas horríveis, nada mais de sangramentos excessivos, nada
mais de coágulos enormes durante a menstruação, adeus dores abdominais, adeus pressão
na bexiga. Ainda me emociono quando falo do assunto e continuo a expalhar a notícia a
todos os que quiserem me ouvir. Obrigada Dr Nestor.

Tem minha autorização para divulgar em parte ou no todo, mencionar meu nome, meu
diagnóstico, detalhes de meus exames, e o que mais for necessário.

Muito obrigada

Ivani A Oliveira
Dendrite Brasil Ltda
Tel: (55 11) 3040-0559
Fax: (55 11) 3040-0470

Cláudia Karem de Oliveira – São Paulo – SP
Depois de 7 anos de convivência com miomas, o que representou uma cirurgia, três tratamentos diferentes à base de hormônios, anticoncepcionais, altíssimas doses de antiinflamatórios, duas anemias fortes, acunpuntura, fisioterapia, terapia ortomolecular, cirurgia espiritual e muito desgaste, cheguei ao meu limite físico e psicológico.
Meu ciclo mesntrualdurava 19 dias, e minha menstruação já chegava a até 15 dias, ou seja, passava mais de 75% dos meus dias menstruada. O meu fluxo já era tão intenso que eu comecei a usar fraldas descartáveis, pois os absorventes super às vezes não duravam nem 30 minutos. Era tão impressionante que por mais que eu fale não conseguirei expressar. Eu estava literalmente caindo aos pedaços. Em várias noites achei que acordaria num hospital, no meio de uma transfusão de sangue.
Depois de tantas tentativas mal sucedidas e diante de duas opções: uma nova cirurgia, que representava o risco de uma estereoctomia, ou um novo tratamento hormonal, que apenas protelaria a cirurgia, mas não representava uma solução e sim desgaste, efeitos colaterais desagradáveis e uma grande despesa, estava completamente desorientada. Lembrei-me então de um novo tratamento, do qual tinha ouvido falar numa matéria, havia alguns meses, mas que por ser novo havia me causado um certo medo na ocasião. Resolvi me informar mais a fundo sobre essa tal Embolização de Miomas. Procurei o Dr. Néstor, no Hospital Santa Catarina, que me explicou detalhadamente o procedimento, suas possibilidades e também os seus riscos.
Pensei muito, pois por ser uma coisa nova me causava bastante insegurança. Procurei outras opiniões, umas contra e outras a favor, e depois de algum tempo decidi por esse procedimento, porque no fundo ele me parecia eficiente e inovador.
Voltei a procurar a equipe, e a partir desse dia deixei de tomar remédios para anemia. Fiz todos os exames pré-operatórios. Tudo ok.
No dia 1º de fevereiro, pela manhã fizemos a Embolização que durou por volta de uma hora. À noite já estava andando e em 24 horas voltei para casa. Minha cicatriz não teve nenhum ponto e meu curativo era um band-aid.
A Embolização foi muito mais tranqüila – antes, durante e depois – do que a cirurgia que tinha feito anteriormente. O único inconveniente foi uma dor pós-operatória, que foi controlada por medicamentos. A hemorragia foi contida quase que imediatamente e meus ciclos e períodos menstruais foram normalizados.
De lá para cá minha vida qualidade de vida mudou completamente. Não tenho mais nenhum tipo de limitação com relação a isso. Não preciso mais tomar remédios, e minha anemia foi controlada apenas com a alimentação.
Tenho feito o controle periódico e a cada exame constatamos que tanto o volume do útero quanto os miomas têm diminuído satisfatoriamente.
Espero que esta nova técnica se desenvolva com sucesso, para muito mais mulheres, que enfrentam os mesmos problemas que tive, possam ser beneficiadas com esse tratamento.

Comentários»

1. ana meiry pandini - outubro 28, 2008

olá , tudo bom?
gostaria de saber se com um aborto tem condições do mioma sair junto com o feto e apartir de que idade a mulher pode ter mioma.
até mais , um abraço.
meiry

katia - fevereiro 18, 2009

Infelizmente não sei responder esta pergunta… perguntarei as minhas amigas ginecologistas e lhe passo! Abraços

2. ROSILANIA MEIRE DA SILVA - novembro 12, 2008

A idéia de ter meu útero retirado foi um choque, apesar de já ter um abençoado filho de 10 anos, ainda sim sonho em ter outro filho. Procurei a Dra. Valéria Horta que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Fui encaminhada a miomectomia e foram extipados 3 miomas estou em fase de recuparação. Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que o Dra Valéria Horta me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta.

3. ROSILANIA MEIRE DA SILVA - 33 anos Administradora - RJ - novembro 12, 2008

ROSILANIA MEIRE DA SILVA – RJ – Novembro 12, 2008
A idéia de ter meu útero retirado foi um choque, apesar de já ter um abençoado filho de 10 anos, ainda sim sonho em ter outro filho. Procurei a Dra. Valéria Horta que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Fui encaminhada a miomectomia e foram extirpados 3 miomas estou em fase de recuparação. Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que a Dra Valéria Horta me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta.

4. ROSILANIA MEIRE DA SILVA - 33 anos Administradora - RJ - novembro 12, 2008

ROSILANIA MEIRE DA SILVA – 33 anos Administradora – RJ – Novembro 12, 2008

A idéia de ter meu útero retirado foi um choque, apesar de já ter um abençoado filho que se chama Ruhan de 10 anos, ainda sim sonho em ter outro filho. Procurei a Dra. Valéria Horta que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Fui encaminhada a miomectomia e foram extirpados 3 miomas estou em fase de recuparação. Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que a Dra Valéria Horta me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta

katia - fevereiro 18, 2009

Olá Rosilania,
Fico muito feliz com seu comentário e concordo plenamente com a consulta como prevenção e forma de assegurar o melhor tratamento na hora certa!
Parabéns!!! E espero que já esteja nova em folha como eu!!!!

5. adriana cabral - fevereiro 16, 2009

tenho 3 miomas tenho 26 anos e não tenho filhos mais quero muito te-los, por favor me ajudem, tenho cirurgia marcada para o dia 25/ 02/09, mais estou com muito medo, pro favor mais informações sobre a embolização.

katia - fevereiro 18, 2009

Olá Adriana,
Não fique tão nervosa… um friozinho na barriga acho que é inevitável… mas com certeza apesar da quantidade, vc já sabe o tamanho e a localização – subseroso ou não… grandes ou pequenos… enfim… a cirurgia é como uma cesárea e não deixa uma cicatriz de impacto… pela idade que vc está certamente poderá ter muitos filhos ainda… aproveito para comentar que a faixa-etária acima de 30 anos sem ter filhos é mais propensa ao aparecimento de miomas o que não quer dizer que todas terão…
Beijos, fique tranquila que dará tudo certo…Que Deus a abençoe.

6. Eliane - março 3, 2009

Olá!

Estou precisando de esclarecimentos, já estou preocupadíssima. Fiz uma miomectomia tradicional há 3 meses e retirei um mioma subseroso maior e outro intramural menor e um cisto no ovário direito sendo que estes ultimos dois não apareceram na ultrasonografia e meu médico só soube após abrir minha barriga. A questão é que estou tomando anticoncepcional para não descer a menstruação desde que operei e estou tendo sangramento mesmo assim, ás vezes com coágulos. Na última consulta meu médico trocou o anticoncepcional Gestinol 28 que estava tomando direto após a operação pelo Micropil e não está adiantando. Ter sangramento após a miomectomia é normal, mesmo tomando anticoncepcional direto? Ele disse que meu útero já retornou ao normal, então porque os sangramentos persistem?
Por favor, alguém que tenha feito a miomectomia tradicional poderia me esclarecer se isso é normal?
Obrigada

7. antonia - julho 12, 2009

ola estou com mioma de 14 m meu medico vai aplicar uma injeção na minha barriga para suspender minha mestruação por um ano gostaria de saber mais sobre esse medicamento ,e se 14m e grandeo mioma. ja tomei varios anticoncpicional de uso continuo mas deu certo por que mestruo assim mesmo entao ele optou para essa injeçao . obrigado

8. Janilda correia da silva - julho 12, 2009

Jenilda correia da silva-45 anos
Administradora-Maceió-Al

Fiz uma utra-sonografia em 18/06/2009, pelvica trans-vaginal que apresentou:

ÚTERO: medindo 8,6×7,60×6,50cm, com volume de 220,92cm3, formato globoso, com contorno irregulares, com varios nódulos dispersos os maiores: Subseroso anterior de 5,0cm em que desvia o útero para baixo, intramurais anteriores de 3,6cm, 1,7 cm e 1,5 cm e
intramurais posteriores de 1,4cm e 1,3cm.
Eco endometrial medindo 15.0mm com textura hipercoíca, contornos lisos.
Ovário direito com volume de 2,70cm3, contornos regulares e textura normal.
Óvario esquerdo com volume de 2,10cm3, contornos regulares e textura normal.

Preciso saber se posso engravidar com todos esses miomas. Por gentileza ajude-me, preciso da sua avaliação.

Aguardo resposta,
Abraços,
Janilda

9. JOSIANE RODRIGUES. - agosto 1, 2009

me chamo jo.tenho 35anos.gostaria de saber,se o mioma pode atrapalhar,na fecundação?Pois descobri que tenho um mioma,de um centimetro e meio.O medico disse que isso não atrapalha em nada. Fiz, a transvaginal ,e ele disse que esta tudo certo, e que posso engravidar.So que ja tem 5 meses,que tento engravidar e não consigo,sera que tem alguma coisa,HAVER?

10. kelly - agosto 4, 2009

descubri essa semana que tenho um mioma estou morendo de medo mas graças a deusss antes de descubrir que tenho mioma a 3 anos deusss me deu minha filha,porque a medica disse que ñ vou poder ter mas filhossssss eu só queria ter minha filha e deusssssss me deu..eu moro de medo de me operar mas como vc dis que a cirurgia é igual a uma cesariana fico um pouco mas tranquila pois tive minha filha cesario..e como é a recuperação?? gostaria que vc me esplicasse..obrigada e fica com deusssssssssssssss,,,,,eu tenho muita fé em deus que vai dar tudo cert……

11. Sinara - setembro 5, 2009

Dra. Katia,

Minha mãe a três anos diagnosticou um mioma, o médico disse que naquela época estava do tamanho de uma laranja e que ela precisava operar,retirar o ultero…foi marcada a cirurgia,mas no dia não pode operar pois sua pressão estava muito alta..
Ela com medo da cirurgia não voltou mais ao médico,isso já faz três anos,hoje ela esta com 53 anos e sente muita colica e hemorragias,não esta tratando a menopausa, é perigoso uma complicação maior,tipo evolução para um cancer? quais os riscos que ela pode ter durante e após a cirurgia já que a mesma sofre de pressão alta e obesidade?

12. Katia - setembro 6, 2009

Olá a todas,

Em primeiro lugar gostaria de agradecer e parabenizar a todas que por aqui estiveram e deixaram seus depoimentos.
O objetivo deste blog é exatamente este. Compartilhar as experiências boas e mal sucedidas para não só repassarmos nossa vivência a outras mulheres mas também desabafar nos momentos de insegurança e desconforto que todas passamos.
Como sempre gosto de comentar e acrescentar uma visão conceitual sobre o tema post hoje uma pesquisa sobre a Embolização e peço aos médicos (as) que aqui acessarem aproveitem este canal para orientar as mulheres a respeito das ações e reações sobre a miomectomia, seus possíveis tratamentos e as consequencias da ausência do mesmo

13. Rosario Garcia - dezembro 31, 2013

Olá… Tenho um mioma de 9 cm e alguns outros de 2,5 e 3 cm espalhados pelo útero. Não tenho absolutamente NENHUM sintoma. Estou muito apreensiva pois já fui a 3 médicos e os três disseram que a melhor saída é uma histerectomia por conta desse mioma maior que está degenerando por dentro e por conta da minha idade. Tenho 45 anos, nunca tive filhos, Sei que a chance de isso virar um câncer é de 0,01 a 1,46%. Quero mais do que tudo preservar o meu útero, pois ainda tenho esperanças de engravidar, hoje em dia a medicina pode tudo…. Tenho lido MUITA COISA sobre como os médicos agora recorrem à histerectomia como último recurso. O que você me diz? Muito obrigada!

katia - dezembro 31, 2013

Como contei no meu primeiro post, tambem tive um mioma de 9cm porém não foi recomendado a histerctomia. Se você tem a opinião de três médicos par tal, acho importante esclarecer melhor o diagnóstico.
Espero ter ajudado

14. Elyssa - janeiro 3, 2014

Olá!
Há um ano e meio, mais ou menos, descobri um mioma de 10 cm no útero. Depois de alguns meses e vários médicos, todos disseram que seria mais “fácil” fazer uma histectomia. O médico que escolhi para a cirurgia falou a mesma coisa e complementou com “mas eu prometo fazer o possível pra tentar preservar seu útero!”
O mioma foi retirado (já tinha quase 14 cm!) e cá estou, com meu útero novíssimo em folha! Resumindo… escolha um médico de confiança, que saiba dos seus planos e que esteja disposto a pelo menos tentar não fazer apenas o óbvio!
Boa sorte!


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: